A Associação Comercial do Paraná (ACP) deu posse à sua nova diretoria para o biênio 2026-2028, em cerimônia que marcou o início de uma nova gestão. O empresário Paulo Sérgio Mercer Mourão assume a presidência da entidade, sucedendo Antonio Gilberto Deggerone. A posse contou com a presença de autoridades, incluindo o vice-governador do Paraná, Darci Piana, e reuniu lideranças de diversos setores produtivos e empresariais do estado.
Mourão, que possui formação em Ciências da Computação e atuação no setor moveleiro, também preside a Associação Brasileira das Indústrias de Móveis de Alta Decoração (ABIMAD) e esteve entre os fundadores da Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes e Utilidades Domésticas (ABCASA). Sua trajetória na ACP inclui a participação em diversos conselhos, e na gestão anterior, ocupou o cargo de Vice-Presidente Comercial.
A nova presidência sinaliza um compromisso em expandir o diálogo com esferas públicas e privadas. O foco recai sobre a promoção de ações voltadas à capacitação e à inovação, visando modernizar a entidade e valorizar o empresariado paranaense. O objetivo é fomentar um ambiente de negócios mais competitivo e sustentável.
A Força da ACP na Defesa do Empreendedorismo
Com uma história que ultrapassa um século, a Associação Comercial do Paraná se consolida como uma das mais significativas entidades empresariais do país. Seu papel é central na defesa do livre empreendedorismo e no fomento ao associativismo. Através de suas iniciativas, a ACP contribui ativamente para o desenvolvimento econômico e social do estado.
A entidade se destaca por sua influência em debates que moldam o cenário empresarial, buscando sempre aprimorar as condições para o desenvolvimento de negócios e a geração de valor. Sua longevidade atesta a relevância de suas ações contínuas.
Recentemente, a ACP, como parte integrante do G7 – um grupo que congrega as principais entidades do setor produtivo paranaense –, expressou apoio à implementação de um Código de Conduta no Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa, anunciada pelo ministro Edson Fachin, novo presidente do STF, visa aprimorar a atuação da corte.
Para o setor produtivo, a segurança jurídica é um pilar fundamental para o crescimento. O presidente Paulo Mourão enfatiza que a previsibilidade nas decisões judiciais é crucial para o cenário econômico, especialmente em um momento de incertezas. A adoção de um código de conduta no STF é vista como um passo necessário para reforçar a confiança nas instituições.
A expectativa é que tal medida contribua para a transparência e a clareza de parâmetros, elementos essenciais para a estabilidade institucional. Essa previsibilidade fortalece a democracia e estimula um ambiente econômico mais robusto, conforme ressaltado pelo Vice-Presidente e Coordenador do Conselho Político e de Desenvolvimento Econômico da ACP, Henrique Domakoski.
O Papel das Instituições na Democracia e no Desenvolvimento
A solidez e a credibilidade das instituições são diretamente proporcionais ao nível de desenvolvimento de uma nação. Iniciativas que promovem a transparência e a previsibilidade, como a adoção de códigos de conduta em órgãos de cúpula, fortalecem a confiança dos cidadãos e investidores no sistema democrático.
A ACP, ao manifestar seu apoio a tais medidas, reforça a importância de um Judiciário que opere sob regras claras e éticas. Essa postura não apenas aprimora a atuação da corte, mas também reflete um compromisso com a boa governança e o estado de direito.
A busca por um ambiente de negócios mais competitivo e um desenvolvimento econômico sustentável passa, invariavelmente, pelo fortalecimento das instituições. A atuação da ACP neste sentido exemplifica o papel vital que entidades representativas podem desempenhar na construção de um país mais justo e próspero.






