A cidade de Curitiba e região metropolitana se despediu de diversos cidadãos no fim de semana de 28 e 29 de março de 2026. As informações foram divulgadas pelas funerárias responsáveis, detalhando os horários e locais dos velórios e sepultamentos.
Entre os falecidos, de diferentes faixas etárias e profissões, constam nomes como José Silverio Pereira, 69 anos, construtor civil, cujo sepultamento ocorreu no Cemitério Paroquial Colônia Orleans. Alvaro José Arruda, 58 anos, cobrador de ônibus, foi sepultado no Cemitério Municipal Boqueirão.
Anadir Rachel Crocetti Platner, 92 anos, comerciante, teve seu sepultamento no Cemitério Memorial da Vida em São José dos Pinhais. Gilmar Godoi de Melo Borges, 30 anos, autônomo, foi velado na Igreja Evangélica Filhas de Sião e sepultado no Municipal Boqueirão.
Ignêz de Moura Machado, 75 anos, do lar, foi sepultada no Cemitério Parque Memorial Graciosa em Quatro Barras. Thais Juliana Timm Ferreira, 90 anos, professora, teve seu sepultamento no Crematório Vaticano em Almirante Tamandaré.
Alvaci Antunes Goularte Lima, 91 anos, do lar, foi sepultada no Crematório Vertical em Curitiba. Ercias Lima Oliveira, 77 anos, professor de Língua Portuguesa, teve seu sepultamento no Crematório Luto Curitiba em Fazenda Rio Grande.
Amélia Parizotto, 86 anos, enfermeira, foi sepultada no Crematório Memorial da Vida em São José dos Pinhais. Francisca das Chagas Tavares de Santana, 52 anos, auxiliar de cozinha, teve seu sepultamento no Cemitério São João do Rio do Epixe.
Euzébio Luiz Vivan, 79 anos, autônomo, foi sepultado no Crematório Memorial da Vida em São José dos Pinhais. Jackson Graciano de Godoy, 35 anos, mestre de obras, teve seu sepultamento no Cemitério da Sede em Almirante Tamandaré.
Adevaldo Gozzi, 88 anos, motorista, foi sepultado no Cemitério Parque São Pedro em Curitiba. Lécio Jorge dos Santos, 68 anos, autônomo, teve seu sepultamento no Cemitério Jardim da Paz em Curitiba.
Maria Matilde de Melo, 76 anos, costureira, foi sepultada no Cemitério Parque São Pedro em Curitiba. Fernando Henrique Miguel Biscaia, 33 anos, técnico químico, teve seu sepultamento no Cemitério Municipal de Jacupiranga, em São Paulo.
Tamara Oliveira da Silva, 26 anos, autônoma, foi sepultada em sua cidade de origem, conforme informado pela funerária. Galdino Fernandes, 77 anos, autônomo, teve seu sepultamento no Cemitério da Sede em Almirante Tamandaré.
Camila Fernanda da Silva Rodrigues, 24 anos, manicure, foi sepultada no Cemitério Tranqueira em Almirante Tamandaré. Nei Alberto Ferreira Bittencourt, 72 anos, contador, teve seu sepultamento no Cemitério Parque Senhor do Bonfim em São José dos Pinhais.
Tamires Rodrigues de Freitas, 25 anos, secretária, foi sepultada em sua cidade de origem. Ângela do Rocio Santiago, 68 anos, do lar, teve seu sepultamento no Cemitério Municipal Santa Cândida em Curitiba.
Paulo de Tarso Silva, 71 anos, autônomo, foi sepultado no Cemitério Paroquial Nossa Sra. do Rosário em Colombo. Ana Caroline Teixeira, 39 anos, do lar, teve seu sepultamento no Crematório Vaticano em Almirante Tamandaré.
Ronaldo Moreira, 88 anos, auxiliar de serviços gerais, foi sepultado no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais. Kayane Telles Moreira, 21 anos, enfermeira, teve seu sepultamento no Cemitério Municipal Bom Jesus dos Passos em Piraquara.
Hilda Alonso Mendes, 89 anos, cozinheira, foi sepultada no Cemitério Municipal Bom Jesus dos Passos em Piraquara. Odete Carvalho, 69 anos, cozinheira, teve seu sepultamento no Cemitério Municipal Boqueirão em Curitiba.
Valdomiro Bettinghausen, 64 anos, auxiliar de serviços gerais, foi cremado no Crematório Jardim da Saudade em Pinhais. Sueli Branco, 55 anos, do lar, teve seu sepultamento no Cemitério Vertical em Curitiba.
Zacarias Banak, 83 anos, latoeiro, foi sepultado no Cemitério Memorial da Vida em São José dos Pinhais. Tereza Bernardina Lemos da Silva, 92 anos, do lar, teve seu sepultamento no Parque Iguaçu em Curitiba.
Renato João Pereira, 63 anos, comerciante, foi sepultado no Cemitério Paroquial Umbará em Curitiba. Irene Danylko Teixeira, 83 anos, comerciante, teve seu sepultamento no Crematório Vaticano em Almirante Tamandaré.
Dirceu Rodrigues da Anunciação, 65 anos, motorista, foi sepultado no Cemitério Vertical em Curitiba. Jarbas Mariano, 85 anos, lavrador, teve seu sepultamento no Municipal de Pariquera Açu, SP.
Daniel de Mello Peixoto Amaral, 70 anos, administrador, foi cremado no Crematório Perpétuo Socorro em Campo Largo. Alberto Martins dos Santos, 94 anos, professor, teve seu sepultamento no Cemitério Memorial da Vida em São José dos Pinhais.
Gustavo Salmoria Junior, 56 anos, motorista, foi sepultado no Cemitério Paroquial Umbará em Curitiba. Maria de Lourdes Nogueira, 68 anos, do lar, teve seu sepultamento no Cemitério São Roque em Piraquara.
Silmara Zakaluchen, 45 anos, projetista, foi sepultada no Cemitério Paroquial Colônia Orleans em Curitiba. José Augusto Claumam Maciel, 61 anos, comerciante, teve seu sepultamento no Municipal Água Verde em Curitiba.
Edgar Marcel Silvestrini dos Santos, 48 anos, jornalista, teve seu sepultamento no Crematório Vaticano em Almirante Tamandaré. Jorge Cordeiro, 64 anos, policial militar, foi sepultado no Crematório Vertical em Curitiba.
Leonardo de Oliveira Laibida, 41 anos, autônomo, teve seu sepultamento no Municipal Santa Cândida em Curitiba. Ana Maria Ribeiro Laskani, 76 anos, professora, foi cremada no Crematório Perpétuo Socorro em Campo Largo.
Um olhar sobre as perdas e a rotina de despedidas
O fim de semana de 28 e 29 de março de 2026 marcou a despedida de uma diversidade de pessoas em Curitiba e região. A análise dessas informações revela um panorama da rotina de falecimentos e os procedimentos que cercam esses momentos, desde os locais de óbito até os destinos finais.
Observa-se a prevalência de óbitos ocorridos em hospitais, como Hospital do Trabalhador, Hospital Evangélico Mackenzie e UPA’s, indicando a importância dessas instituições no cuidado com a saúde da população, mesmo nos momentos finais. A diversidade de profissões, que vão de construtores a professores e auxiliares de cozinha, reflete a pluralidade da sociedade e a variedade de trajetórias que chegam ao fim.
As informações sobre os locais de velório e sepultamento, como cemitérios municipais, particulares e crematórios, evidenciam a infraestrutura de serviços funerários disponível na região. A atuação das funerárias na organização desses eventos é fundamental para dar suporte às famílias enlutadas, oferecendo orientação e cuidando dos trâmites necessários.
A idade dos falecidos varia significativamente, desde um natimorto até pessoas centenárias, como Elvira Bezerra da Silva e Amélia Montenegro, ambas com 101 anos. Essa amplitude etária ressalta a inevitabilidade da mortalidade em todas as fases da vida, desde o nascimento até a terceira idade.
A divulgação dessas informações, embora possa parecer sensível, cumpre um papel jornalístico de registro e informação pública. Para as famílias, representa a confirmação e o compartilhamento da notícia, enquanto para a comunidade, oferece um panorama das perdas recentes.
Além disso, a menção às funerárias e seus contatos reforça a disponibilidade de suporte nesses momentos difíceis. A transparência na divulgação dessas informações, aliada ao respeito e à dignidade com que os procedimentos são conduzidos, é um pilar importante no jornalismo de saúde e políticas públicas, pois reflete a atenção à vida em todas as suas dimensões.
A Longevidade e os Ciclos da Vida
O registro dos falecimentos em finais de março de 2026 em Curitiba e região revela a complexidade da experiência humana, marcada pela finitude e pela diversidade de trajetórias. A presença de indivíduos com idades avançadas, como Anadir Rachel Crocetti Platner (92 anos), Alvaci Antunes Goularte Lima (91 anos) e Thais Juliana Timm Ferreira (90 anos), sublinha a capacidade de alcançar a longevidade, fruto de fatores genéticos, estilo de vida e acesso à saúde ao longo dos anos.
Esses casos nos convidam a refletir sobre o conceito de envelhecimento saudável e as políticas públicas que podem promover uma vida mais longa e com mais qualidade. A presença de profissões variadas, desde construtores civis como José Silverio Pereira até professores como Ercias Lima Oliveira, demonstra que a experiência e a contribuição para a sociedade se estendem por toda a vida, independentemente da idade.
Apesar da tristeza intrínseca a cada perda, o conhecimento desses ciclos de vida e morte também pode servir como um chamado à valorização do presente e à busca por uma existência plena. A compreensão da temporalidade da vida é um lembrete para focarmos no que realmente importa e para construirmos um futuro com mais bem-estar e dignidade para todos.






