Engenheira de 29 anos morre e Paraná lamenta tragédia chocante

🕓 Última atualização em: 31/03/2026 às 21:47

A comunidade de Ponta Grossa lamenta a perda precoce da engenheira civil Graziele Campos Kviatcovski, que faleceu aos 29 anos em decorrência de um câncer. A notícia de sua morte gerou comoção, especialmente entre colegas de profissão e na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), onde Graziele construiu parte significativa de sua trajetória acadêmica e profissional. Seu velório ocorreu na Capela Luto Santana, seguido pela cremação de seu corpo.

A jovem era reconhecida por sua inteligência e competência no campo da engenharia civil, tendo se formado pela UEPG em 2018. Sua dedicação ao trabalho se estendeu além da graduação, com passagens relevantes por projetos e cargos de gestão na instituição.

Graziele demonstrou um compromisso notável com a engenharia, participando ativamente de diversos projetos e licitações. Seu trabalho contribuiu para o avanço de iniciativas importantes dentro da universidade e em seus hospitais universitários.

A engenheira também atuou em cargos de gestão ambiental, evidenciando sua versatilidade e capacidade de liderança. Sua partida deixa um vazio considerável no ambiente acadêmico e profissional onde atuou.

O Legado Profissional e o Impacto na UEPG

A atuação de Graziele na UEPG foi marcada por sua competência e pelo impacto positivo que gerou em projetos de infraestrutura e planejamento. Sua expertise foi fundamental em diversas licitações e na elaboração de orçamentos para obras.

A engenheira deixou um legado de dedicação e profissionalismo, sendo lembrada por seus colegas como uma profissional ímpar. Sua capacidade de execução em projetos complexos foi amplamente reconhecida, solidificando sua reputação no setor.

Após sua passagem pela universidade, Graziele foi aprovada em concursos públicos, inclusive para o Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Essa aprovação demonstra o reconhecimento de suas habilidades e do potencial que possuía para contribuir em novas frentes de atuação.

Colegas de trabalho e professores da UEPG destacam não apenas seu talento profissional, mas também sua qualidade humana. A lembrança de sua personalidade discreta, alegre e a forma como conquistava as pessoas com seu jeito gentil são aspectos que permanecem na memória.

O reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, expressou profunda tristeza com a perda, descrevendo Graziele como uma “profissional extremamente competente e um ser humano doce”. A pró-reitoria de Planejamento, professora Andrea Tedesco, ressaltou que o trabalho de Graziele “está em tudo o que foi feito em termos de projetos, orçamentos e licitações”, reforçando a magnitude de sua contribuição.

Repercussão e Memória de uma Profissional Talentosa

A morte de Graziele Campos Kviatcovski repercutiu fortemente nas redes sociais, gerando mensagens de pesar e solidariedade. A comunidade acadêmica e profissional lamenta a partida de uma jovem com tanto potencial e que já deixava sua marca no mercado de trabalho.

A UEPG, por meio de uma nota oficial, prestou suas condolências à família e amigos, enaltecendo as qualidades de Graziele como engenheira e pessoa. A instituição reconheceu o valor do seu trabalho e a influência positiva que ela exerceu em sua trajetória.

A forma como Graziele enfrentou a doença, mantendo sua dedicação profissional até onde foi possível, também é um ponto que inspira e comove. Sua história serve como um lembrete da fragilidade da vida e da importância de valorizar cada momento e as contribuições que as pessoas trazem para a sociedade.

O legado de Graziele transcende os projetos técnicos e as responsabilidades acadêmicas; reside na memória afetiva de quem a conheceu. Sua dedicação à engenharia civil e sua passagem marcante pela UEPG a eternizam no coração de seus pares.

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